
Dedico os cliques de Itapoá 2013 para aqueles que curtem as faces da Lua :)
E para você que procura o ouro!
Encontrei aqui! Ao toque da fada do encanto!
Olho as fotos da cidade. Como quem vê a sua imagem, fico imaginando e agradecendo o resgate da vida e deixando para trás paisagens de natureza morta. Sinto uma dor infinita de alguns cliques que não fiz e jamais farei... Há tanta luz e tons esquisitos, nuança de fundos, há tanta estrela bonita que levarei a eternidade para reconhecer, a escolha é pobre e inútil porém amável e ao encontrar a luz brilhante nas areias de Itapoá tenho que te falar: “E quando eu for, um dia desses, poeira ou folha levada, no vento da madrugada, serei um pouco do nada, invisível, delicioso. Que faz com que o teu ar, pareça mais um olhar, suave mistério amoroso. Cidade de meu andar (Deste já tão longo andar!)
E talvez de meu repouso...”
Mario Quintana e
Tehila Hanwi ( Apaixonado Pela Lua )














Itapoá - 24 anos
De areias mágicas, praias cristalinas, pessoas lindas
e pedras encantadas. Do sonho dourado a realidade
do alvorecer. Deixo aqui o meu registro:
Como é bom te amar!
"Assim que te amo, e os que amanhã quiserem ouvir o que não lhes direi, que o leiam aqui e retrocedam hoje porque é cedo para tais argumentos. Amanhã dar-lhes-emos apenas uma folha da árvore do nosso amor, uma folha que há de cair sobre a terra como se a tivessem produzido os nossos lábios, como um beijo caído das nossas alturas invencíveis para mostrar o fogo e a ternura de um amor verdadeiro."
Se Desejo?Só Assim Te Desejo!...Se Desejo? ...Beijos...
Os teus pés
Quando não posso contemplar teu rosto, contemplo os teus pés.
Teus pés de osso arqueado.
Teus pequenos pés duros.
Eu sei que te sustentam
e que teu doce peso
sobre eles se ergue.
Tua cintura e teus seios,
a duplicada púrpura
dos teus mamilos,
a caixa dos teus olhos
que há pouco levantaram vôo,
a larga boca de fruta,
teus cabelos e seu cheiro,
pequena torre minha.
Mas se amo os teus pés
é só porque andaram
sobre a terra e sobre
o vento e sobre a água,
até me encontrarem.
Pablo Neruda.
by Walter Mário Gagno